Força · Os 5 Pilares Quero ser avisado

Os 5 Pilares — Livro 1

Você sabe o que tem que fazer. O que falta é força para levar até o fim.

Mais disciplina, mais foco, mais força de vontade: tudo o que você tentou até hoje pediu mais esforço. Só que esforço usa a força que você já tem. Quando ela é pouca para o que você quer, é preciso construir mais, no corpo, na mente e na emoção. Este livro é o caminho que eu percorri nos três.

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  • 7 dias de garantia
Capa do livro Força, da série Os 5 Pilares, de Edilberto Venção: três linhas de bronze, rotuladas física, mental e emocional, que entram em falha e saem alinhadas.
FÍSICA MENTAL EMOCIONAL O LIVRO

O ciclo

Você já tentou antes.

Em algum momento dos últimos anos, você acordou com a sensação de que estava vivendo abaixo do que podia, e reagiu:

  • Academia na segunda-feira
  • Dieta
  • Parar de beber
  • Acordar às cinco
  • Aplicativo de hábitos
  • Um curso
  • Um livro que te sacudiu por três dias

Funcionou por umas semanas. Depois parou. Você tentou de novo, com outro método, e o ciclo se repetiu com outro nome.

E tem a parte que você não comenta com ninguém:

  • Você dorme e acorda cansado.
  • O cansaço não passa no fim de semana. Nem nas férias.
  • Qualquer coisa pequena te irrita.
  • O tesão sumiu, e disso você não fala.
  • Você foi ao médico, fez exame e ouviu que está tudo normal.

Você chamou isso de preguiça. De falta de disciplina. De falta de vergonha na cara. De idade.

Esse diagnóstico está errado.

Não porque a disciplina não importe. Porque ele começa no lugar errado.

Por que tentar mais não resolve

Com força para um quilo, você não ergue dez tentando mais. Nem no corpo, nem na mente, nem na emoção.

Força é capacidade. O esforço usa a que você tem, e quando o que você quer pede mais do que ela, insistir não muda o que você ergue: você sabe o que tem que fazer, e a força que você tem não dá conta. O que muda é construir mais força, e ela se constrói em três terrenos: o corpo, a mente e a emoção.

E os três não trocam força entre si. Quem só tem calo nas mãos precisa de calo no cérebro; quem só tem calo no cérebro precisa de calo nas mãos. A força de um terreno não passa para o outro.

Mas um cobra do outro. O treino da manhã não acontece porque a noite terminou numa briga; a atenção não aparece porque o corpo dormiu quatro horas. O compromisso que falha é de um terreno; a causa pode ser de outro.

O corpo

Não é falta de disciplina. É a máquina que você estacionou cobrando a conta.

O teu corpo foi formatado para correr, puxar, empurrar e carregar, e passa o dia estacionado: nove horas na cadeira, depois o banco do carro, depois o sofá. E ele não sustenta o que não usa: músculo que não recebe carga é desmontado, e fôlego que ninguém exige diminui. É esse mesmo corpo que tem de sustentar o teu foco e atravessar a semana difícil, com o que sobrou.

E por baixo pode haver uma coisa que você não sente. Imagina morar ao lado de um lixão: nos primeiros dias, você sente o cheiro; em dois meses, não sente mais nada. O cheiro continua igual. Quem mudou foi você. Com a testosterona baixa acontece o mesmo: quando ela cai devagar, em anos de sono curto, álcool e tela até tarde, você chama de idade, ou diz que sempre foi assim. Eu dizia. Só que ela regula a energia, o humor, a iniciativa e o desejo, e você pode estar se acusando há anos de um problema que é bioquímico.

O exame deu normal

Faixa de referência não é estar bem

A faixa do laboratório é a estatística de uma população que inclui homens doentes e sedentários, e não existe consenso sobre qual é o normal. Se o médico lê o número sem olhar para você, troca de médico.

O que a primeira parte manda fazer
  • Um compromisso diário do tamanho do teu pior dia, com horário: vinte flexões e vinte agachamentos às 6h45 cabem
  • Cruzar a linha da dignidade física: subir três lances de escada sem ofegar, levantar do chão sem apoiar a mão, carregar as compras numa viagem só
  • Saber que exames o médico que domina o assunto pede, para você reconhecê-lo, e marcar duas datas no calendário: uma para encontrá-lo, outra para a consulta

Ter força e não precisar dela é melhor do que precisar dela e não ter.

A mente

Aguenta no trabalho. Larga em casa.

No trabalho, você sustenta horas num problema difícil para fazer a fortuna do teu chefe. Em casa, não aguenta trinta minutos no projeto da tua própria renda: senta no sofá e pega o celular. No trabalho, a estrutura vem pronta, com prazo, cobrança e alguém esperando. Em casa, tudo tem que sair de dentro. São dois calos, e você só tem um.

Querer mais

Vontade não é dose

Quase todo método chega a este ponto, diz que você tem que querer mais e muda de assunto, como se querer fosse uma quantidade e o problema fosse a dose. O que sustenta o difícil é calo, e calo se constrói com carga repetida.

O que a segunda parte manda fazer
  • Um bloco diário de atenção sustentada numa tarefa difícil que ninguém te mandou fazer, com o celular na mesa, virado para baixo, e sem pegar
  • Uma prática pesada, que cobra a cabeça e o corpo: uma arte marcial, um esporte de resistência, um ofício difícil, com a data da primeira sessão
  • Um dia só teu a cada quinze, sem tarefa, sem gente e sem tela, para resolver o que está te incomodando, largar o que você carrega sem precisar e conferir para onde está indo

Ninguém cria calo no cérebro vendo outra pessoa resolver problema, nem lendo sobre isso, e isso vale para este livro. Você cria trabalhando.

A emoção

Explode ou engole. Nos dois casos, quem decide não é você.

Qualquer coisa pequena te irrita: você responde na hora e se arrepende no caminho de casa. Ou o contrário: passaram por cima de você na reunião, você deixou correr e chamou aquilo de paz.

Se você explode, é governado pela emoção que nem examinou. Se engole, é governado pela emoção que esconde, e esconder falha exatamente no dia ruim, quando você mais contava com isso.

A saída é a mesma para os dois, e não é sentir menos. A emoção chega antes de você, com um dado e uma sugestão: a raiva avisa que passaram por cima de você e sugere atacar; o medo avisa que há perigo e sugere fugir. Força emocional é dar nome a ela, ler o dado e decidir o que fazer com a sugestão. E isso se treina como o resto: cada reação inteira aprofunda a trilha de reagir, e cada vez que você segura o ato, mesmo que só para atrasá-lo, abre a outra. É nas emoções pequenas, todo dia, que o método se repete, para estar lá quando a grande chegar.

O que a terceira parte manda fazer
  • Dar nome à emoção na hora em que ela chega, entre seis, porque “tô puto” não é nome de emoção
  • Um método de cinco passos para cada emoção que chegar: na hora, quando dá; por escrito na mesma noite, quando não dá
  • A cada quinze dias, os três desapontamentos que ficaram abertos, examinados como se fossem de um amigo, com ação e prazo
  • Uma linha no fim do dia: qual emoção operou, o que ela sugeriu e o que você fez

Força emocional é sentir sem obedecer. A emoção informa, e quem decide é você.

A sacada

Eu não estava com preguiça. Nunca estive.

Eu queria o básico que move qualquer homem: mudar de vida, uma nova fonte de renda, reconhecimento, mais mulher. E todo plano morria no mesmo ponto. O da renda, na hora de me expor, porque a vergonha antecipada pesava mais do que a força mental e emocional que eu tinha para carregar; o do treino, no corpo, que não recuperava por mais que eu forçasse. E eu fazia o que quase todo homem faz: me culpava e aumentava a dose de esforço.

Até uma noite em que sentei na sacada, com café e um cigarro atrás do outro, e fiz um diagnóstico de mim mesmo. Emocional não podia ser: os traumas, eu já tinha trabalhado em terapia. Vitamina, não. O cigarro, talvez uma parte, mas não aquilo tudo. Sobrou uma coisa: o meu problema era físico, só que bioquímico, num sistema do meu corpo para o qual eu nunca tinha olhado: os hormônios.

Marquei a consulta e fui investigar a testosterona.

Eu estava certo sobre os fatos e completamente errado sobre a causa. Faltava combustível, e eu estava julgando o motorista.

A alternativa era passar mais dez anos me achando incapaz. Não preguiçoso, porque preguiça é defeito, e defeito se corrige. Incapaz é veredicto sobre o que um homem é.

O combustível ajudou muito, e não bastou.

Com a testosterona ajustada, tive força para parar de fumar, uma das minhas vitórias. E eu ainda morria na praia. Foi aí que entendi que não era só o corpo, e fui para os outros dois terrenos. Na mente, montei um bloco diário de leitura, num livro que exigia esforço; com o tempo, ler deixou de ser difícil e virou necessidade, sinal de que o calo estava formado e de que a atenção pedia uma carga nova. Na emoção, parei de deixar a emoção decidir por mim, e o método do livro para isso pesou, para mim, tanto quanto ajustar a testosterona. Naquela noite, eu pensava no emocional como trauma; força emocional era outra coisa, e era ela que faltava.

Tudo o que está neste livro eu fiz, e foi o conjunto que me tornou forte.

Antes do preço

Faz a conta.

  • Quantas vezes, desde janeiro, você começou de novo?
  • Há quanto tempo você chama esse cansaço de idade?
  • Quantas noites o projeto da tua renda perdeu para o sofá e o celular?
  • Quantas vezes, este ano, a emoção decidiu por você?

A força que você não constrói não cobra todo mês. A fatura chega de uma vez, dez anos depois, e vem com juros: no corpo que desmontou, no projeto que morreu na praia, na família que pagou pela tua raiva.

Edilberto Venção, autor do livro, de óculos e barba, olhando para a câmera.

Quem escreve

Edilberto Venção

Eu sou o homem que restaurou a força com as próprias mãos, e consolidei neste livro o que me ajudou nessa empreitada. Tudo o que está aqui eu executei, por anos, na teoria e na prática. A teoria foi aparecendo no caminho conforme eu avançava; eu aplicava, e o que fazia sentido foi se consolidando.

No corpo, foi o estudo a fundo da testosterona, a ponto de fazer um curso voltado para médicos. Na mente, foi aplicar a antifragilidade ao meu próprio desenvolvimento: sair de cada pancada mais forte do que entrei. Na emoção, o que eu fui aplicando virou um método meu, de cinco passos, que está na Parte 3.

O Força é o primeiro livro da série Os 5 Pilares: força, coragem, honra, disciplina e sabedoria. A força vem primeiro porque é o alicerce, e os outros quatro se constroem em cima dela.

Capa do livro Força.

Os 5 Pilares — Livro 1

FORÇA

Atuar sobre a realidade em vez de ser atuado por ela

  • O livro inteiro: a Abertura, as três partes (física, mental e emocional), a Integração e o Fecho.
  • As quatro ações, do Ponto de Partida à folha dos Três Compromissos de Força.
  • Acesso imediato depois da compra, pela Hotmart, no celular ou no computador.
R$ 47pagamento único
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Garantia de 7 dias. Se o livro não servir para você, peça o reembolso pela própria Hotmart dentro desse prazo.

O que ele não é: livro de testosterona (ela é um capítulo da primeira parte) nem de motivação. O que ele entrega: o mapa da força nos três terrenos e três compromissos que cabem no teu pior dia.

Para quem é, e para quem não é

É para você se

  • Passou dos trinta e sente que alguém desligou alguma coisa em você.
  • Começa e não termina, e cansou de chamar isso de preguiça.
  • Fez exame, ouviu que está normal e continua igual.
  • Quer entender a causa antes da próxima tentativa.
  • Aceita cumprir uma coisa pequena todo dia, mesmo sem vontade.

Não é para você se

  • Procura protocolo, dose ou receita. O livro não receita nada.
  • Quer motivação. O livro avisa, logo na abertura, que não vai te motivar.
  • Está atravessando uma crise grave. Aí o caminho é um profissional de saúde, hoje.

Antes de comprar

Perguntas

É um livro sobre testosterona?

Não. Ele começa pelo corpo, porque é por onde a força costuma cair primeiro, e segue para a mente e a emoção. A testosterona é um capítulo da primeira parte, não o assunto do livro.

O livro substitui o médico?

Não, e ele te manda a um. Diz o que pedir e como reconhecer o médico que domina o assunto. Diagnóstico e tratamento se decidem com ele.

Preciso fazer exame para usar o livro?

Não. As três partes cobram ação qualquer que seja o resultado do teu exame, e o compromisso do corpo começa amanhã, com ou sem laboratório.

Em quanto tempo eu vejo resultado?

O livro não promete prazo. O que ele marca é uma data: noventa dias depois do Ponto de Partida, você responde às mesmas perguntas e compara com o que escreveu.

Já comecei e larguei várias vezes. O que muda agora?

O tamanho e a regra. Cada compromisso cabe no teu pior dia, e, no dia em que você falhar, retoma no dia seguinte, no horário, sem compensar. Dois dias seguidos de falha dizem que o compromisso está grande demais.

Não tenho tempo nem dinheiro para academia.

O compromisso do corpo não exige academia. Ele tem o tamanho do teu pior dia, como vinte flexões e vinte agachamentos num horário fixo. O preço é esforço, não dinheiro.

Como eu recebo o livro?

A compra é feita pela Hotmart. Confirmado o pagamento, o acesso chega no teu e-mail, e você lê no celular ou no computador.

E se eu não gostar?

Você tem 7 dias de garantia: peça o reembolso pela própria Hotmart dentro desse prazo.

O alicerce

Você tentou erguer o quarto andar sem verificar o alicerce.

Este livro é o alicerce.

Força é a capacidade de atuar sobre a realidade em vez de ser atuado por ela.

Força
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